quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Nilda Gondim sugere ao ministro da Justiça a implantação da Patrulha Maria da Penha

A implantação, em nível nacional, da Patrulha Maria da Penha (criada pela Polícia Militar do Rio Grande do Sul para coibir os atos de violência contra as mulheres) foi defendida junto ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pela deputada federal Nilda Gondim (PMDB-PB), presidente da Subcomissão Especial para discutir a Violência contra a Mulher, vinculada à Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.
A sugestão de Nilda Gondim foi apresentada durante audiência com o ministro José Eduardo Cardozo realizada na quarta-feira (06). A reunião contou com a presença dos presidentes da Câmara dos Deputados, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado Federal, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), e de integrantes da Bancada Feminina das duas Casas Legislativas.
Nilda Gondim ressaltou que o programa criado pela Polícia Militar do Rio Grande do Sul tem evitado que mulheres vítimas de violência sejam agredidas novamente pelos ex-companheiros. "Em um ano, a chamada Patrulha Maria da Penha conseguiu garantir a segurança dessas mulheres em 100% dos casos", informou a deputada paraibana. Ela disse que as patrulhas gaúchas percorrem os bairros com maior índice de violência doméstica de Porto Alegre e vão às casas das mulheres que conseguiram na Justiça uma ordem para que os maridos não se aproximem. Os policiais não têm hora marcada para as visitas, pois a ideia é fazer com que o agressor tenha medo de ser surpreendido, o que funciona na maioria dos casos. "Mesmo assim, desde que a patrulha foi criada, 40 homens já tentaram descumprir as medidas protetivas, mas todos foram presos em flagrante", comentou Nilda Gondim.
Para ela, a Patrulha Maria da Penha se constitui numa iniciativa excelente que visa cumprir as medidas protetivas e proteger as mulheres que denunciam seus companheiros e que vem funcionando perfeitamente no Rio Grande do Sul, podendo perfeitamente ser implantada em todo o País. A implantação de iniciativas como a Patrulha Maria da Penha é uma ação que depende exclusivamente dos governos estaduais, por meio de suas Secretarias de Segurança Pública, mas fiz essa sugestão ao ministro da Justiça com o objetivo de fazer com que o governo federal estimule os governantes estaduais a adotarem este importante instrumento de defesa da mulher, ressaltou a deputada peemedebista.

Fonte: http://www.pbagora.com.br

terça-feira, 12 de novembro de 2013

DEAM DE BENTO GONÇALVES APRESENTA RESULTADOS DO PROJETO DE REABILITAÇÃO DE AGRESSORES DE MULHERES.

Policiais civis da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher e do Núcleo de Policiamento Comunitário da Polícia Civil de Bento Gonçalves, coordenados pela Delegada Isabel Pires Trevisan, apresentaram nesta terça-feira (12/11), o resultado do projeto de Reabilitação de Agressores de Mulheres.
Durante este ano, participaram do projeto mais de 100 homens autores de crimes relacionados à violência doméstica e familiar contra a mulher.
               Conforme a Delegada Isabel, o projeto teve até o momento 100% de êxito, já que não houve nenhum caso de reincidência. Segundo ela, a experiência demonstra que o acompanhamento e a conscientização dos agressores no sentido da desnaturalização da violência de gênero é fundamental para a diminuição da violência contra as mulheres.


Cursos de capacitação pelo Rio Grande do Sul


Anita Keling no JA, em Santa Maria, fazendo a divulgação.





Delegada Claudia e patrulheiros/as de passo fundo iniciando os trabalhos!!!

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Maria Berenice Dias, a primeira mulher a se tornar juíza e desembargadora no Rio Grande do Sul.


                 As dificuldades de afirmação em meio a um ambiente 100% masculino, tradicionalmente refratário às mulheres, tornaram Berenice uma desbravadora de costumes. Sua trajetória começou com a defesa dos direitos femininos e derivou para a causa dos homossexuais. 

                 A marca de defensora dos homossexuais colou em Berenice quando, em 2001, o Tribunal de Justiça gaúcho foi o primeiro do Brasil a reconhecer a união estável entre dois homens, num processo de divisão de bens. Era o coroamento do seu trabalho, mas ainda estava longe de ser o fim.

 Perguntaram-lhe o motivo para abraçar essa causa? As pessoas estranham, só se envolvem nas suas causas. O que é do outro não diz respeito. Precisam se colocar no lugar do outro. O Rio Grande do Sul foi pioneiro ao reconhecer direitos homossexuais.


 Leia a entrevista na íntegra em:

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/pagina/maria-berenice-dias.html

Visite nosso blog: mulhereseasegurancapublica.blogspot.br