sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

SPM e IFRS articulam implantação do Mulheres Mil em Porto Alegre e Alvorada


A chefe da Divisão de Políticas para o Mundo do Trabalho da SPM-RS, Maria Anita Kieling, recebeu na tarde desta terça-feira (29) a presença da Diretora de Extensão do Campus Porto Alegre, pertencente ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS), Cibele Schuanke e de Fábio Azambuja Marçal, também do IFRS, do Campus Alvorada.
Juntamente com Marília Menezes, diretora do Departamento de Promoção de Políticas para a Autonomia das Mulheres da SPM-RS, o encontro teve o intuito de articular a implantação do Projeto Mulheres Mil em Porto Alegre e em Alvorada. O projeto tem como objetivo oferecer as bases de uma política social de inclusão e gênero para mulheres em situação de vulnerabilidade social, oferecendo acesso à educação profissional, ao emprego e à renda.
 Foto: ASCOM/SPM-RS
Fonte: Site SPM/RS - migre.me/d4m1M

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

SPM e Coordenadoria da Mulher de Canoas impulsionam a criação de uma Sala Lilás no município


A secretária de Políticas para Mulheres do RS, Márcia Santana, recebeu nesta quarta-feira (30), a nova equipe da Coordenadoria da Mulher de Canoas. Além de se apresentar à secretária Márcia Santana, a recém-empossada Coordenadora da Mulher, Marcia Falcão, veio colocar a sua equipe à disposição para o estreitamento das relações município/Estado, no âmbito das Políticas para as Mulheres.
Um dos principais objetivos do encontro foi a reivindicação de uma futura Sala Lilás na DEAM do município, a exemplo da criada pelo Instituto Geral de Perícias (IGP), vinculado à Secretaria de Segurança Pública do RS, para qualificar o atendimento psicossocial direcionado as mulheres encaminhadas ao Departamento Médico-Legal (DML).
Da esq /dir, estão com a titular da SPM/RS, a assessora jurídica, Alice Hertzog, Resadori, o responsável pela Política de Segurança e Gênero, Diego Dresch Hoch de Menezes, a Coordenadora adjunta, Lurdes Santini e a Coordenadora da Mulher, Márcia Falcão.
Para o direcionamento deste projeto foi agendada uma reunião com o Instituto  Geral de Perícias (IGP), Secretaria Municipal de Segurança Pública e Cidadania, junto à SPM, ainda na próxima semana. Dentre outras pautas, os gestores discorreram, também, sobre o planejamento do Encontro Estadual das Mulheres da Paz, previsto para o primeiro semestre, assim como as atividades do dia 8 de março em Canoas.

SALA LILÁS
A Sala Lilás do IGP/SSP oferece um ambiente diferenciado, privativo e acolhedor, enquanto a mulher vítima aguarda pelo atendimento de peritos, psicólogos e assistentes sociais, entre outros profissionais.
Existe ainda a padronização de um kit de coleta para as vítimas de agressão sexual, pelo Departamento de Perícias Laboratoriais (DPL) e o DML, e uma sala de retrato falado, privativa e destinada à produção da imagem digital do agressor, a partir das características físicas informadas pela vítima.

Além do acolhimento e perícia física, o DML também realiza a perícia psíquica para avaliar os sinais e sintomas de sofrimento psíquico decorrentes do trauma e oferece o serviço psicossocial. A finalidade desse atendimento é reduzir a ansiedade e providenciar o encaminhamento psicológico ou psiquiátrico, conforme o quadro, utilizando os recursos da comunidade. O Setor Psicossocial funciona vinculado ao Setor Clínico (onde ocorrem os exames de corpo de delito), e o atendimento é realizado pela equipe técnica e por estagiários supervisionados.
Fonte: Site SPM/RS - migre.me/d3CNw

Convite


MUNDO DA IGUALDADE RACIAL – FÓRUM SOCIAL MUNDIAL TEMÁTICO DE POA/2013: Democracia, Cidades e Desenvolvimento Sustentável
26 a 31 de janeiro de 2013 – Largo Zumbi dos Palmares

Largo Zumbi dos Palmares - Av. Loureiro da Silva esquina com a Rua José do Patrocinio – Cidade Baixa – Porto Alegre/RS.


O GT da Igualdade Civilizatória na Segurança Pública, integrante do Fórum Pró-equidade de Gênero e Raça/Etnia da SSP, a convite do Conselho Estadual de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra do RS, estará participando das atividades do Fórum Social Mundial Temático, edição 2013, com a realização de uma oficina sobre   " A questão racial e a Segurança Pública: o encarceramento das Mulheres e o Extermínio da Juventude Negra."  no dia 31 de janeiro, das 14h ás 17h. A oficina tem como objetivo, promover uma discussão com a sociedade sobre o movimento negro e  a troca de experiências sobre o tema.





Acesse o link abaixo para visualizar a programação do evento:

Exposição - nova data

Em virtude do ocorrido em Santa Maria no dia 27/01, o coquetel de abertura da exposição "Liberdade do Olhar: novas perspectivas de uma vida no cárcere", foi adiado para o próximo dia 5 de fevereiro (terça-feira).
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Até 53% das latinas já sofreram algum tipo de violência


Entre 17% e 53% das mulheres em doze países latino-americanos sofreram violência física em algum momento de suas vidas, a maioria das vezes de seu cônjuge ou familiar, segundo um relatório divulgado na quinta-feira, o mais exaustivo já publicado.
Até 82% dos casos analisados incluíam ferimentos físicos, como ossos quebrados, abortos involuntários ou queimaduras, mas o relatório aponta que entre 28% ou 64% destas mulheres, dependendo dos países, não buscou ajuda nem falou com ninguém sobre o trauma, porque não sabiam a quem se dirigir.
Publicado pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPS), o relatório é o primeiro que utiliza dados cientificamente comparáveis extraídos de uma década de pesquisas sociais e sanitárias na região, com um total de 180 mil entrevistas pessoais.
Além do drama pessoal de cada agressão ou estupro, "a violência contra as mulheres também tem consequências intergeracionais: quando as mulheres experimentam violência, seus filhos sofrem", explicou a diretora em fim de mandato da Organização Pan-Americana da Saúde, Mirta Roses.
E, quando as crianças sofrem ou presenciam violência, "têm um maior risco de se converterem em agressoras ou vítimas em sua vida adulta", disse Roses no relatório. A violência física é acompanhada de abusos verbais na imensa maioria dos casos (61% entre as mulheres colombianas agredidas, 92% entre as salvadorenhas).
E nem sempre as mulheres pobres são as mais afetadas. "Em alguns países, os níveis mais altos de violência por parte de um casal íntimo foram experimentados por mulheres com uma educação ou renda médias, não as mais baixas".
Alguns especialistas acreditam que a violência aparece com mais força naqueles cenários de mudança, quando as mulheres adquirem níveis maiores de educação ou melhores salários, o que questiona os papéis tradicionais, ressalta o relatório.
Bolivianas, as mulheres que mais sofrem maus-tratos
A América Latina e o Caribe foram alvos durante anos de estudos parciais sobre a violência doméstica, em especial por parte da Organização Mundial de Saúde (OMS), que incluiu Brasil e Peru em um vasto estudo mundial em 2000.
A OPS assegura que seu relatório sistematiza pela primeira vez resultados similares disseminados em múltiplos relatórios nacionais, para o qual contou com a ajuda da rede de Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).
Os países incluídos são Bolívia, Colômbia, República Dominicana, Haiti, Honduras, Peru, Equador, El Salvador, Guatemala, Jamaica, Nicarágua e Paraguai. A Bolívia é o país que apresenta os piores índices. Cerca de 53% das mulheres entrevistadas no país reconheceram ter sofrido algum tipo de violência física em algum momento de suas vidas.
A República Dominicana aparece no último lugar, com 17% das entrevistadas, seguida de seu vizinho, o país mais pobre da região, Haiti, com 19% de mulheres vítimas de maus-tratos.
O relatório também se detém nos casos de mulheres que sofreram violência nos últimos doze meses de suas vidas. Novamente, a Bolívia ostenta o primeiro lugar entre os doze países analisados, com 25% de respostas afirmativas. Nesses casos, "o alcoolismo ou o abuso de drogas foi a situação mais citada frequentemente" como desencadeadora da violência, explicou o texto.
As mulheres têm mais chances de sofrer violência nas cidades do que no campo, mas na zona rural os maus-tratos recebem mais apoio social. Cerca de 74% das guatemaltecas pensam que a mulher deve obedecer ao seu marido, inclusive quando acreditam que ele está equivocado.

Fonte: Terra - publicado em Agência Patrícia Galvão migre.me/cXwE6

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Plano contra violência sexual está em debate até 6ª feira

Expectativa é que o novo texto seja lançado oficialmente em 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes


Cidadãos e cidadãs podem opinar, até o dia 25 de janeiro, sobre as medidas previstas no Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, por meio de consulta pública da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH). O plano está dividido em seis eixos (veja tabela). A expectativa é que o novo texto seja lançado oficialmente no dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Segundo o coordenador-geral do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, Joseleno Vieira, os eixos estão sendo mantidos, porém alguns serão ajustados para melhorar os avanços e desafios no enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. “As mudanças estão relacionadas com a incorporação dos avanços das várias políticas públicas e a sinalização dos novos desafios a serem enfrentados”, diz Vieira.

Para ele, a consulta pública representa a consolidação do processo participativo que marca toda a elaboração do novo Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.

“Durante o ano de 2012, foram realizadas diversas discussões e grupos de trabalho intersetoriais, envolvendo técnicos e gestores de órgãos de governo, sociedade civil organizada e organizações de cooperação internacional, que se debruçaram na elaboração das propostas”, diz. “A consulta pública é um momento de ampliação desse processo participativo, e de validação das propostas elaboradas”, conclui Vieira.

Retrospectiva - O Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) foi aprovado em 1990, que afirmou a universalidade dos direitos das crianças e adolescentes pensando em toda a diversidade desse grupo no Brasil. A partir do ECA, foi implementado um sistema de justiça e de segurança específico para crianças e adolescentes, com a criação de Juizados da Infância e Juventude, bem como Núcleos Especializados no Ministério Público e Defensoria, além de delegacias especializadas, tanto para atendimento de crianças e adolescentes vítimas quanto autores da violência.

Na primeira década dos anos 2000, o Brasil avançou no enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes, com a aprovação de políticas nacionais pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). Esse processo levou ao Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Infanto-Juvenil, que passou a ser referência para organizações não governamentais, especialmente no âmbito da mobilização social e do monitoramento de políticas públicas na perspectiva de formulação e efetiva implementação de ações nesta área por parte das esferas estatais.

Como contribuir – Pessoas interessadas em contribuir com o processo de revisão do texto poderão acessar o sítio (consultapublicapnevsca.blogspot.com.br), clicar em “comentário” que estará disposto abaixo do item de interesse e escrever a sugestão de alteração. Os objetivos e as Diretrizes do Plano Decenal não estão dispostos para sugestão de alteração.

Fonte: Comunicação Social - Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM migre.me/cWKjr

Exposição

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