Secretário Adjunto Juarez Pinheiro na instalação da Patrulha em Venâncio Aires
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
28/11/2014 - Preso por violência doméstica em Gravataí
Policiais civis da DEAM-Gravataí, coordenados pela delegada Simone Viana Chaves, prenderam preventivamente, na manhã desta sexta-feira (28/11), D.L.S, de 20 anos, por desobediência (devido ao descumprimento das medidas protetivas). Segundo a delegada, a ex-companheira do suspeito o denunciou por ameaça e agressões físicas em julho deste ano, quando solicitou as medidas protetivas. No entanto, em novembro, o investigado descumpriu tais medidas, entrando em contato com a vítima e familiares, quando novamente os ameaçou.
Após os procedimentos legais, o preso será encaminhado ao sistema prisional.
Fonte:
DEAM - Gravataí
Fonte:
DEAM - Gravataí
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Dois anos da Patrulha Maria da Penha sem femicídios
A Patrulha Maria da Penha completou dois anos e recebeu mais duas unidades na Capital nessa quarta-feira (22). Durante o ato, no 1º BPM, várias pessoas que participaram da criação do programa foram homenageadas. Entre as autoridades, estiveram presentes o secretário da Segurança Pública, Airton Michels; o comandante-geral da BM, Fábio Duarte Fernandes; e o chefe de Polícia, Guilherme Wondracek. (19 fotos)
A Patrulha Maria da Penha completou dois anos e recebeu mais duas unidades na Capital nessa quarta-feira (22). Durante o ato, no 1º BPM, várias pessoas que participaram da criação do programa foram homenageadas. Entre as autoridades, estiveram presentes o secretário da Segurança Pública, Airton Michels; o comandante-geral da BM, Fábio Duarte Fernandes; e o chefe de Polícia, Guilherme Wondracek. (19 fotos)
Dois anos da Patrulha Maria da Penha
Porto Alegre passa a contar com duas novas unidades da Patrulha Maria da Penha
22 de Outubro de 2014 às 13h40min
Iniciativa pioneira no país previne casos de reincidência de violência contra as mulheres - Foto: Patrícia Lemos
A Patrulha Maria da Penha, iniciativa da Secretaria Estadual da Segurança Pública pioneira no país, completou dois anos no último dia 20. Desde o início do programa, nenhuma das 5.935 mulheres atendidas foram vítimas de femicídio por parte dos agressores. Em cerimônia na manhã dessa quarta-feira (22), no 1º Batalhão de Polícia Militar (BPM), a SSP entregou mais duas patrulhas em Porto Alegre, uma para o 1º (Zona Sul) e outra para o 19º BPM (Zona Leste).
O secretário Airton Michels lembra que em 2011 todos os secretários e secretárias foram chamados ao Palácio Piratini para que as políticas para as mulheres fossem exercidas como pilar essencial em todas as pastas. “E, desde então, a Secretaria da Segurança Pública assumiu, pela primeira vez, o enfrentamento da violência contra a mulher como uma questão de governo, em parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres. Não é possível uma evolução política ou social sem resolver isso”. Michels ressalta a evolução das mulheres que têm a proteção da patrulha. “Elas se submetiam à violência doméstica porque não encontravam amparo no Estado. Nós trabalhamos com o empoderamento delas para que se libertem do ciclo de violência denunciando”.
Com o programa, a Brigada Militar fiscaliza o cumprimento da medida protetiva de urgência, solicitada pelas vítimas de violência doméstica. A patrulha visita a vítima e presta o atendimento no pós-delito. Se necessário, também monitora o agressor.
O comandante-geral da Brigada Militar, coronel Fábio Duarte Fernandes, disse que a BM está passando por uma grande mudança ao entender que violência contra a mulher é caso de polícia. “Os servidores e servidoras estão mudando a compreensão dos seus papéis na sociedade”.
O programa já existe nos Territórios de Paz de Porto Alegre e Canoas e em mais 16 cidades do Estado. A Patrulha Maria da Penha integra a Rede de Atendimento para o Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar, composta pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), a Sala Lilás do Instituto Geral de Perícias (IGP) e o Programa Metendo a Colher, da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe). Todos os projetos estão articulados dentro da Rede Lilás, de apoio e proteção às mulheres e coordenada pela Secretaria de Políticas para as Mulheres.
Texto: Patrícia Lemos
Edição: Redação Secom
Inscrições até 28/11!
Mulheres e homens têm direito de escolher seus lugares na sociedade e, acima de tudo, exercer com liberdade sua cidadania. Sem preconceito nem discriminação. Esse é o tema do Prêmio Construindo as Igualdade de Gênero... Ver mais
Mulheres e homens têm direito de escolher seus lugares na sociedade e, acima de tudo, exercer com liberdade sua cidadania. Sem preconceito nem discriminação. Esse é o tema do Prêmio Construindo as Igualdade de Gênero... Ver mais

Ministra Eleonora abre oficina do Pró-Equidade de Gênero e Raça em Brasília
Na abertura da Oficina do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci, chamou a atenção para a importância das ações que visam à eliminação das diferenças entre mulheres e homens no ambiente de trabalho. Segundo a ministra, as 83 empresas públicas e privadas que participam da 5ª edição do programa precisam avançar cada vez mais. Leia mais: http://goo.gl/0xsxau
Foto: Ascom/SPM
Na abertura da Oficina do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci, chamou a atenção para a importância das ações que visam à eliminação das diferenças entre mulheres e homens no ambiente de trabalho. Segundo a ministra, as 83 empresas públicas e privadas que participam da 5ª edição do programa precisam avançar cada vez mais. Leia mais: http://goo.gl/0xsxau
Foto: Ascom/SPM

As mulheres estudam mais e estão mais presentes no mercado de trabalho! Segundo dados do IBGE, elas vêm ganhando cada vez mais espaço na realidade socioeconômica do país. No #CenasdoBrasil desta quinta-feira vamos falar sobre essas mudanças e sobre os desafios atuais das políticas públicas para as mulheres. Deixe suas dúvidas e sugestões sobre o assunto em nossos comentários e veja a resposta, AO VIVO, a partir das 21h na#TVNBR. Participe!

Já se inscreveu no 10º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero?
Veja o depoimento de Hélio, que foi agraciado na 9ª edição na
categoria Escola Promotora da Igualdade de Gênero. Assista:http://goo.gl/XjfKWL
As inscrições estão abertas até 28 de novembro, ainda dá tempo!
http://www.igualdadedegenero.cnpq.br/
Veja o depoimento de Hélio, que foi agraciado na 9ª edição na
categoria Escola Promotora da Igualdade de Gênero. Assista:http://goo.gl/XjfKWL
As inscrições estão abertas até 28 de novembro, ainda dá tempo!
http://www.igualdadedegenero.cnpq.br/

o trabalho continua!
Diário de Garupa: hoje apresentação da Rede de Atendimento da Segurança Pública para o Enfrentamento a violência doméstica para professoras/es do Projeto Aluno/a Cidadão /ã no Centro do Aluno/a Cidadão na Território de Paz da Restinga...o trabalho continua!!
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Governo do Rio Grande do Sul elabora Manual para Uso Não-Sexista da Linguagem
A ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), recebeu, no último dia 27 de agosto, o Manual para o Uso Não-Sexista da Linguagem, elaborado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres do Rio Grande do Sul. Saiba mais:http://goo.gl/yaDq9Z
Foto: Raquel Lasalvia/SPM
A ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), recebeu, no último dia 27 de agosto, o Manual para o Uso Não-Sexista da Linguagem, elaborado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres do Rio Grande do Sul. Saiba mais:http://goo.gl/yaDq9Z
Foto: Raquel Lasalvia/SPM

Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180 passa a ser política de estado
Foi sancionada a lei que cria a Central de Atendimento à Mulher, que registra denúncias de violência contra a mulher pelo número 180. O serviço é gratuito e... Ver mais
Foi sancionada a lei que cria a Central de Atendimento à Mulher, que registra denúncias de violência contra a mulher pelo número 180. O serviço é gratuito e... Ver mais

Ninguém deve viver cotidianamente sob ameaça, desqualificação e humilhação.
Apesar de não deixar marcas físicas evidentes, a violência psicológica é também uma grave violação dos direitos humanos das mulheres, que produz reflexos diretos na sua saúde mental e física. Sua naturalização estimula ainda uma espiral de violências. Confira a reportagem:
http://www.compromissoeatitude.org.br/a-importancia-de-mensurar-e-punir-os-danos-da-violencia-invisivel/
Apesar de não deixar marcas físicas evidentes, a violência psicológica é também uma grave violação dos direitos humanos das mulheres, que produz reflexos diretos na sua saúde mental e física. Sua naturalização estimula ainda uma espiral de violências. Confira a reportagem:
http://www.compromissoeatitude.org.br/a-importancia-de-mensurar-e-punir-os-danos-da-violencia-invisivel/

O Supremo Tribunal Federal publicou os acórdãos das decisões referentes a constitucionalidade da Lei Maria da Penha e a dispensa da representação da vítima - ADC 19 e ADI 4424, de 09/02/2012. Confira no Portal Compromisso e Atitude: http://www.compromissoeatitude.org.br/decisao-stf-adc-19-e-adi-4424-09022012/

Dados do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento apontam que UMA EM CADA CINCO faltas ao trabalho no mundo é motivada por agressões no espaço doméstico. Em entrevista exclusiva, a juíza do Trabalho Noêmia Garcia Porto aponta caminhos para garantir o vínculo trabalhista e o salário da mulher que, vítima de violência, é impedida de trabalhar. Confira em: http://www.compromissoeatitude.org.br/empresas-e-estado-devem-partilhar-responsabilidades-para-garantir-vinculo-e-salarios-a-mulher-em-situacao-de-violencia/

A Patrulha Maria da penha serviço criado no Rio Grande do Sul o primeiro
Para fazer cumprir as medidas protetivas solicitadas por vítimas de violência domésticas, começaram a ser implantadas as patrulhas Lei Maria da Penha em diversas cidades do país. O primeiro Estado a contar com o serviço foi o Rio Grande do Sul, a partir de 2012. Em São Paulo e Paraná, o patrulhamento especializado começou em 2014. Leia em:http://www.compromissoeatitude.org.br/patrulhamento-especializado-em-combate-a-violencia-contra-mulher-mostra-resultados-spm-pr-02092014/

A presidenta Dilma Rousseff sancionou, nesta quinta-feira (4), a operação do serviço de atendimento à mulher como responsabilidade do executivo federal. A medida, publicada no Diário Oficial da União (DOU), define que a iniciativa será feita por meio da Central de Atendimento à Mulher, pelo número 180, operado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR). Leia em:http://www.compromissoeatitude.org.br/sancionada-lei-que-institui-central-de-atendimento-a-mulher-como-responsabilidade-da-spm-portal-brasil-04092014/

sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Ministério da Defesa instala comissão de gênero
O Ministério da Defesa instalou a Comissão de Gênero, no âmbito das Forças Armadas, nesta quarta-feira (03/09), em Brasília. A cerimônia contou com a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), Eleonora Menicucci, e o ministro da Defesa, Celso Amorim. Saiba mais: http://goo.gl/6u2TIU
Foto: Jorge Cardoso - Ministério da Defesa
O Ministério da Defesa instalou a Comissão de Gênero, no âmbito das Forças Armadas, nesta quarta-feira (03/09), em Brasília. A cerimônia contou com a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), Eleonora Menicucci, e o ministro da Defesa, Celso Amorim. Saiba mais: http://goo.gl/6u2TIU
Foto: Jorge Cardoso - Ministério da Defesa

Patrulhamento especializado em combate à violência contra mulher mostra resultados
Para fazer cumprir as medidas protetivas solicitadas por vítimas de violência domésticas, começaram a ser implantadas as patrulhas Lei Maria da Penha em diversas cidades do país. O primeiro Estado a contar com o serviço foi o Rio Grande do Sul, a partir de 2012. Em São Paulo e Paraná, o patrulhamento especializado começou em 2014. Leia mais:http://goo.gl/nTTnLB
Foto: Claudio Fachel/Palácio Piratini
Para fazer cumprir as medidas protetivas solicitadas por vítimas de violência domésticas, começaram a ser implantadas as patrulhas Lei Maria da Penha em diversas cidades do país. O primeiro Estado a contar com o serviço foi o Rio Grande do Sul, a partir de 2012. Em São Paulo e Paraná, o patrulhamento especializado começou em 2014. Leia mais:http://goo.gl/nTTnLB
Foto: Claudio Fachel/Palácio Piratini

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